HISTÓRICO E CULTURAL

O Rio Grande do Norte possui centenas de atrações turísticas de caráter cultural. Há história, tradições, festejos, religiosidade, gastronomia e arte por toda a parte. A cultura potiguar fala alto no coração do turista. Por todo o estado danças e ritos folclóricos integram-se ao cotidiano das cidades e são ensinados às novas gerações. A alegria e a religiosidade caminham de mãos dadas, originando um calendário rico em festas, procissões, shows e eventos.

Ao lado disso tudo, um artesanato marcante, que expande para o resto do Brasil e do mundo a fé, o talento e a imaginação dos potiguares. São bordados, cerâmicas, peças em cipó, madeira, palha ou sisal, areias coloridas, rendas e fibras, trabalhados em técnicas tão diversas quanto notáveis. Em todos os roteiros, a arte e a cultura produzem lembranças eternas.

Mossoró é conhecida como a capital da cultural potiguar. A cidade é palco do Mossoró Cidade Junina, que reúne mais de um milhão de pessoas durante os 30 dias de festa, com shows, quadrilhas, comidas típicas e onde acontece a apresentação do maior espetáculo ao ar livre do estado: o Chuva de Bala no País de Mossoró.

Mas se quer festa, forró e quadrilha, outra dica é curtir uma semana de festejos no mais antigo São João do mundo, em Assú, outro município do polo Costa Branca.

Caicó também não pode ficar de fora do seu roteiro. Maior cidade da região do Seridó, recebe grandes eventos como carnaval e festejos juninos, além da grandiosa festa de Sant’Ana, padroeira da cidade. Possui uma gastronomia única, famosas rendas e bordados e um povo caloroso e acostumado a receber bem os turistas.

História também não falta na capital do estado. A cidade, que já foi colônia portuguesa e holandesa, guarda vestígios da época de sua fundação e prepara um novo equipamento turístico para abordar um de seus grandes marcos históricos, a sede da base aérea americana do Brasil durante a Segunda Guerra.

No final da década de 1930, as forças armadas norte-americanas consideravam a cidade de Natal como de vital importância para a defesa do continente americano. A capital potiguar está localizada de maneira a facilitar e baratear os deslocamentos para África e Europa. Por essa razão, foi chamada por muitos de “a encruzilhada do mundo”.

Mas foi a partir de 7 de dezembro de 1941, com o ataque japonês à base americana de Pearl Harbor, que a localização privilegiada de Natal atraiu de vez o interesse dos americanos. Getúlio Vargas negociou habilmente com o presidente norte-americano Franklin Roosevelt. Em 1943, os dois presidentes se reuniram em Natal e acertaram a parceria que incluía, também, a entrada do Brasil na guerra lutando ao lado dos aliados.

A partir de então, a presença militar americana em Natal se tornou intensa. Parnamirim Field era, na década de 1940, uma das maiores bases aéreas americanas em território estrangeiro. Ao fim da guerra, o fato rendeu à capital potiguar o apelido de “Trampolim da Vitória”.

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